Corrupção – crime sem vítima?

António João Maia, Visão on line,

No próximo dia 9 dezembro assinala-se o dia mundial contra a corrupção. Nesse dia, em 2003, na cidade mexicana de Mérida, Portugal assinava, conjuntamente com os principais países do mundo, a Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção (http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=A/RES/58/4).

Publicidade ilegal

Carlos Pimenta, Visão on line,

1. Todos nós conhecemos os cartazes do tipo aqui apresentado. É uma das formas de publicidade com que somos quotidianamente metralhados. Basta fazermos uma viagem de automóvel pelas estradas do nosso país para encontrarmos muitos exemplos. Diferentes no conteúdo, e também diferentes no local em que estão colocados, no grau de conservação dos mesmos, no impacto que tem sobre o ambiente circundante, no desvio de atenção que gera aos condutores.
É verdade, todos nós os conhecemos pelas estradas e autoestradas de Portugal. Para muitos de nós é um “fenómeno natural”.

Análise de impacto fraudulento

Carlos Pimenta, Visão on line,

1. Sabe-se que a natureza é um valor importante a preservar. Por isso em muitas circunstâncias projetos vários têm que passar o crivo da benevolência dos seus impactos sobre os seres vivos e as interações destes sobre o meio ambiente.

Portugal e o inferno de Bosch

Aurora Teixeira, Visão on line,

Para ‘arejar’ os pensamentos de tanta e tão repetitiva informação sobre a economia portuguesa, a visita de Merkel, o orçamento do Estado, o ‘regresso’ de Vale e Azevedo, ... decidi na tarde do passado domingo ‘viajar’ na ‘autoestrada da informação’ e visitar o Museo Nacional del Prado. A galeria online permite apreciar obras de arte magníficas que constituem verdadeiros antídotos ao veneno que a rotina diária teima em injetar nas nossas veias.

Do drama pungente à esperança renascida

Carlos Pimenta, Visão on line,

1. Suicidou-se.
De um momento para o outro toda a sua fabulosa fortuna esfumou-se na brutal hecatombe da bolsa de Nova Iorque. Foi um entre muitos. A cotação das acções cai. Cerca de um terço dos bancos são incapazes de satisfazer os seus compromissos e vão à falência. Muitas outras empresas, produtivas e não apenas negociantes com o dinheiro dos outros, seguem o mesmo caminho. O desemprego alastra-se.