Na arte de abençoar e diabolizar: as sálvias, as papoulas, os cannabis, as pragas, as vaidades, as ânsias, as ganâncias, as invejas, as vidas e as respostas

Ricardo Rodrigues, OBEGEF

O caustico e fluído design das “forças” e “potencias” sociais e individuais, seus substratos, referências, vultos e perspetivas, nas sociedades da informação, conhecimento, comunicação, sustentadas em/por/na tecnologia, seus artefactos e (eventuais) potencialidades libertárias, ora, no crepúsculo de uma tardia modernidade (Zygmunt Bauman, et. al.), no fiel descompasso com a matriz (entre modernidades), deprimida a simbiose com o presente, numa taxionomia ansiosa de um futuro entre rasuras dicotómicas, um após, desejavelmente, poroso, inclusivo, multisciente, progressista (Boaventura de Sousa Santos, et. al.), despidos os gregários do “ser”, do “estar”, da consciência, num puro – naïf deambular pelo destino, sem olhar, muitas vezes, sem, mesmo, ver, as laterais, no emaranhado hedonista dos eixos poder-riqueza-prazer, entre estados (suas perceções) de euforia, confusão, letargia e medo (absolutos), sob o fond de teint da instantaneidade, anonimização, virtualidade, individualismo hermético e supremacista, etc.

Cibersegurança: 2022 annus horribilis

Elisabete Maciel, OBEGEF

Será que as empresas nacionais, seja qual for a sua dimensão, têm a noção das consequências que um ataque informático pode apresentar? E estão preparadas para o enfrentar com sucesso?

Fraude inocente

Manuel Castelo Branco, OBEGEF

Não só os bancos não são meros intermediários, como a poupança não é indispensável para que ocorra investimento.

Governo aberto e os desafios para sua implementação

Daniel Espínola, OBEGEF

 Governo aberto é uma forma de governança que busca fomentar a transparência de informações, a integridade nas relações público-privadas, a responsividade e prestação de contas (“accountability”), e a participação social, em apoio aos princípios da democracia e do desenvolvimento sustentável.

Fraudes Cibernéticas e presenciais – quando há o encontro dessas duas modalidades!

Aldo Andretta, OBEGEF

O Crime é não mutável, mas sim adaptável! Independente do meio utilizado, quer presencial ou digital, criminosos encontram maior facilidade em aplicar técnicas que ludibriam as vítimas e, após utilizam meios eletrônicos para concretizar seus intentos.  Nos cabe ficarmos atentos e divulgarmos as novas metodologias utilizadas por criminosos, para evitarmos que outras pessoas acabem sendo as novas vítimas!