{"id":47440,"date":"2023-04-13T10:00:00","date_gmt":"2023-04-13T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=47440"},"modified":"2024-10-26T16:24:14","modified_gmt":"2024-10-26T16:24:14","slug":"a-anormalidade-da-fraude-3-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-3-2-2-2-2-2-3-2-2-3-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-3-2-2-2-2-2-3-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-3-2-2-2-4-2-2-2-2-2-2-144","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=47440","title":{"rendered":"Di\u00e1logo(s) com a(s) liberdade(s)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\"><span style=\"color: #005500;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Ricardo Rodrigues,<\/span><\/span><span style=\"color: #005500;\"><span style=\"color: #ff0000;\"> OBEGEF<\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/obegef\/photos\/a.527449700680396\/6209830785775564\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" src=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2009\/01\/go2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-19\" title=\"Liga\u00e7\u00e3o \u00e0 Publica\u00e7\u00e3o\"\/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><b><\/b><b><\/b><b><\/b><b><\/b><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft is-resized\"><a href=\"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Facebook62.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" src=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/pdf_button.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2032\" style=\"width:16px;height:16px\" title=\"Ficheiro PDF\"\/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>As puls\u00f5es, os impulsos, as necessidades, os desejos, as motiva\u00e7\u00f5es, as tens\u00f5es, as paix\u00f5es, a(s) \u00e9tica(s), as m\u00faltiplas express\u00f5es do eu-individual e do eu-coletivo, encontram na(s) liberdade(s), suas formula\u00e7\u00f5es, constru\u00e7\u00f5es, densifica\u00e7\u00f5es, fi\u00e9is propostas, proje\u00e7\u00f5es das individualidades, das identidades plurais e complexas do(s) eu(s) m\u00faltiplos, quais biun\u00edvocos portais da\/de realiza\u00e7\u00e3o, apresenta\u00e7\u00e3o e representa\u00e7\u00e3o da(s) ess\u00eancias.<\/em><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>A esp\u00e9cie humana apresenta um marcador intr\u00ednseco prim\u00e1rio identit\u00e1rio, de operacionaliza\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o (do \u201ceu\u201d individual e do \u201ceu\u201d coletivo) a partir de c\u00e9lulas de conjuntos multiformes, amplamente complexas (v. n\u00facleos (convencionais) de perten\u00e7a). Assume-se, (re)define-se, projeta-se, nutre-se (pelos campos de exist\u00eancia) atrav\u00e9s das mais diversas intera\u00e7\u00f5es e v\u00ednculos que estabelece, visando a supera\u00e7\u00e3o da incompletude essencial.<\/p>\n\n\n\n<p>Perpassando ciclos vitais, gera\u00e7\u00f5es, eras, as rela\u00e7\u00f5es assumem, desta forma, especial centralidade, como motor e sentido do \u201ceu\u201d, do \u201cn\u00f3s\u201d, do \u201coutro\u201d, dos \u201coutros\u201d, do todo, assim, do(s) eu(s), dos grupos, das comunidades, das sociedades, das culturas e das civiliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Da experi\u00eancia relacional, em todo o seu esplendor, o amplo reconhecimento de todo o seu potencial, entre olhares, leituras, significados, expectativas, t\u00e3o flagrantes, qu\u00e3o irresist\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelos olhos, olhares, m\u00e3os, toques, bocas, palavras, sorrisos, (\u2026) dos demais, assim, horizontalmente considerados, apesar dos diferenciais, mais ou menos evidentes, resultantes da estratifica\u00e7\u00e3o e dos posicionamentos e consequentes c\u00f3digos de perten\u00e7a, as magnitudes da satisfa\u00e7\u00e3o\/ insatisfa\u00e7\u00e3o\/ indiferen\u00e7a (entre inclu\u00eddos, exclu\u00eddos, rotulados, estigmatizados, etc.), entre multiversos representativos.<\/p>\n\n\n\n<p>Se aos sujeitos-mediadores relacionais \u00e9 reconhecida tamanha import\u00e2ncia aos destinat\u00e1rios diretos, indiretos, potenciais, presentes e futuros, um papel, uma responsabilidade, um enquadramento, uma tutela, enquanto parte integrante do campo de resson\u00e2ncia social.<\/p>\n\n\n\n<p>Sugere-se, nesta linha, um estado m\u00ednimo incontorn\u00e1vel a uma convivialidade segura (sentido dignit\u00e1rio e libert\u00e1rio \u2013 responsabilizador), ora, numa perspetiva est\u00e1tica, negativa e defensiva, a partir da intangibilidade das exist\u00eancias, das integridades, a par dos exerc\u00edcios leg\u00edtimos dos sentidos de express\u00e3o individual (v. dimens\u00e3o personalista e quasi-personalista - suas decorr\u00eancias). Mas, tamb\u00e9m, segundo uma perspetiva din\u00e2mica, positiva e integrativa, rumo a um pertencimento leg\u00edtimo no todo, entre \u00e9ticas, \u00eaxitos e harmonias, \u201c\u00e1vidos\u201d \/\u201cfamintos\u201d de propostas e performances projetadas por forma paralela, concorrencial, partilhada, sobreposta, abrasiva, disruptiva, etc., atrav\u00e9s das liberdades dos \u201ceus\u201d dos outros (no(s) conjunto(s)), em conex\u00e3o biun\u00edvoca, cujo desaguar l\u00f3gico se consubstancia(r\u00e1) num sentido de converg\u00eancia de \u201chumanitude\u201d integral (vislumbre ecol\u00f3gico).<\/p>\n\n\n\n<p>Em verdade, o potencial da(s) liberdade(s) dos \u201ceus\u201d do(s) outro(s), em rela\u00e7\u00e3o, constitui condi\u00e7\u00e3o \u00e9tico-funcional do exerc\u00edcio das liberdades dos meus\/teus\/nossos\/vossos \u201ceus\u201d, a cuja emancipa\u00e7\u00e3o se associam novos espa\u00e7os, dimens\u00f5es, margens, amplitudes, contextos, mundos, universos, multiversos, com os in\u00fameros contributos das individualidades, entre diferen\u00e7as, experi\u00eancias, express\u00f5es, conex\u00f5es, dissid\u00eancias, exig\u00eancias, bem como, informa\u00e7\u00f5es, conhecimentos, revela\u00e7\u00f5es, achados, motiva\u00e7\u00f5es, representa\u00e7\u00f5es, etc., por consequ\u00eancia, o aprofundamento progressista-humanista das condi\u00e7\u00f5es e consci\u00eancias dos sujeitos, dos conjuntos, do todo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao exerc\u00edcio das liberdades associam-se, com potencial ampliativo\/ explorat\u00f3rio, estados, classifica\u00e7\u00f5es, construtos volitivos, etc. Ora, tanto mais amplas ser\u00e3o as margens de aprofundamento, em exerc\u00edcio, do \u201ceu-tu\u201d do \u201ctu-eu\u201d, quanto maior for a abertura ou permeabilidade (predisposi\u00e7\u00e3o individual-coletiva), em exerc\u00edcio, \u00e0(s) diferen\u00e7a(s)\/ ao (s) destaque(s)\/ \u00e0 (s) dissemelhan\u00e7a(s), assim, a operacionaliza\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias finas de gest\u00e3o das m\u00faltiplas identidades plurais-complexas, nas suas mais diversas camadas, com evidente express\u00e3o jur\u00eddico-pol\u00edtica. De facto, a porosidade na p\u00f3lis comunica o reconhecimento dos contornos m\u00faltiplos-plurais das individualidades, nas suas express\u00f5es e realiza\u00e7\u00f5es, for\u00e7ando o leque de oportunidades de preenchimento da sacra incompletude existencial. Finalmente, quanto mais amplos forem os acessos aos corpos, \u00e0s mentes, aos esp\u00edritos, \u00e0s vidas e suas particularidades e sensibilidades (como limita\u00e7\u00f5es, alegrias, medos, desconfian\u00e7as, desconfortos, perspetivas, ambi\u00e7\u00f5es, pot\u00eancias, posicionamentos, etc.), \u00e0s ess\u00eancias profundas e correspondentes dimens\u00f5es est\u00e9ticas, por conven\u00e7\u00e3o social, por encontro de vontades, por necessidade, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Os n\u00edveis de consci\u00eancia comunicacional s\u00e3o imperiosas bussolas conformadoras\/ definidoras das perce\u00e7\u00f5es e realiza\u00e7\u00f5es dos sujeitos, na medida em que institucionalizam, subatomicamente, pelo \u00e9thos, a t\u00e3o almejada previsibilidade libert\u00e1ria de condutas, perpassando impulsos, conven\u00e7\u00f5es, cren\u00e7as, com recurso \u00e0 principiologia auto-criticista moderada-modelada, conciliando, racionalmente, a autossuspeita, as compet\u00eancias e as verdades. Por efeito, a predisposi\u00e7\u00e3o para a sofistica\u00e7\u00e3o da convivialidade segura, pela introdu\u00e7\u00e3o do fino trato integrativo.<\/p>\n\n\n\n<p>O exerc\u00edcio \u00e9tico-est\u00e9tico estrat\u00e9gico da(s) liberdade(s) conduz ao posicionamento auton\u00f3mico-responsabilizador dos indiv\u00edduos, com a colora\u00e7\u00e3o integral de dimens\u00f5es \u00e9tico-est\u00e9ticas, quais \u201cjogos\u201d de partilha (retratada) entre jogadores\/ apostadores no jogo que \u00e9 a vida.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3xima linha \u00e9 tua\u2026.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ricardo Rodrigues, OBEGEF As puls\u00f5es, os impulsos, as necessidades, os desejos, as motiva\u00e7\u00f5es, as tens\u00f5es, as paix\u00f5es, a(s) \u00e9tica(s), as m\u00faltiplas express\u00f5es do eu-individual e do eu-coletivo, encontram na(s) liberdade(s), suas formula\u00e7\u00f5es, constru\u00e7\u00f5es, densifica\u00e7\u00f5es, fi\u00e9is propostas, proje\u00e7\u00f5es das individualidades, das identidades plurais e complexas do(s) eu(s) m\u00faltiplos, quais biun\u00edvocos portais da\/de realiza\u00e7\u00e3o, apresenta\u00e7\u00e3o e representa\u00e7\u00e3o&hellip; <a href=\"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=47440\">Ler mais&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1417,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[72,284],"tags":[],"class_list":["post-47440","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cronicas","category-obegef-facebook"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/47440","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1417"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=47440"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/47440\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48675,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/47440\/revisions\/48675"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=47440"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=47440"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=47440"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}