{"id":43538,"date":"2019-09-07T22:31:00","date_gmt":"2019-09-07T22:31:00","guid":{"rendered":"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=43538"},"modified":"2019-09-07T22:31:31","modified_gmt":"2019-09-07T22:31:31","slug":"ai-que-eu-caio-segurem-me-que-eu-caio-2-2-3-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-3-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-7-2-2-2-3-2-4-2-2-2-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=43538","title":{"rendered":"Whatsapp, o que nos escondes\u2026"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #d8070f;\"><strong>Elisabete Maciel <\/strong><\/span>, Vis\u00e3o online<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><a href=\"http:\/\/visao.sapo.pt\/opiniao\/silnciodafraude\/2019-09-05-WhatsApp-o-que-nos-escondes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-19 alignleft\" title=\"Liga\u00e7\u00e3o \u00e0 Publica\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2009\/01\/go2.png\" alt=\"\" width=\"16\" height=\"16\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Visao555.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-2032\" title=\"Ficheiro PDF\" src=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/pdf_button.png\" alt=\"\" width=\"14\" height=\"14\" \/><\/a><\/p>\n<p>Como \u00e9 poss\u00edvel que a plataforma de comunica\u00e7\u00f5es mais utilizada a n\u00edvel mundial, <em>Whatsapp<\/em>, fa\u00e7a orelhas moucas ao aviso da exist\u00eancia de vulnerabilidades que permitem modificar as nossas conversas?<\/p>\n<p>O <em>Whatsapp<\/em>, tendo surgido em 2009, atingiu um enorme e r\u00e1pido sucesso o qual se deveu, segundo o seu cofundador\u00a0 <em>Jan Koum<\/em> : \u201cC<em>oncentramo-nos em melhorar o produto e tentar faz\u00ea-lo funcionar como uma agenda de contatos, o que contribuiu para que a aplica\u00e7\u00e3o se tornasse amplamente conhecida sem que fosse necess\u00e1rio gastar dinheiro para a promover. Al\u00e9m disso, o nosso objetivo foi garantir que as mensagens chegassem rapidamente, mesmo que a liga\u00e7\u00e3o fosse prec\u00e1ria. E, finalmente, toda a gente que escreve algo quer que a outra pessoa leia e responda, qualquer que seja o lugar do planeta em que se encontre. A comunica\u00e7\u00e3o est\u00e1 no nosso DNA e o WhatsApp surge para conectar pessoas\"<\/em> .<\/p>\n<p>Na realidade, o sucesso foi enorme: neste momento constata-se que mais de 1 500 milh\u00f5es de pessoas utilizam o <em>Whatsapp<\/em>, existem mais de 100 milh\u00f5es de grupos ativos e mais de 65\u00a0000 milh\u00f5es de mensagens s\u00e3o enviadas diariamente . Mant\u00e9m-se fiel \u00e0 sua g\u00e9nese n\u00e3o apresentando qualquer tipo de an\u00fancios o que, sem d\u00favida, contribui para aumentar a satisfa\u00e7\u00e3o junto dos utilizadores. Em 2014 foi adquirido pelo <em>Facebook<\/em>.<\/p>\n<p>No entanto, n\u00e3o h\u00e1 bela sem sen\u00e3o: na confer\u00eancia anual\u00a0 <em>Black Hat,<\/em> realizada no passado m\u00eas de agosto, a qual tem por tem\u00e1tica central a discuss\u00e3o de quest\u00f5es relacionadas com a \u00a0seguran\u00e7a, foram apresentadas diversas falhas\u00a0 graves de seguran\u00e7a no <em>Wathsapp<\/em>, as quais permitem que sejam intercetadas e alteradas mensagens enviadas, quer sejam particulares (privadas) quer sejam de grupo (p\u00fablicas).<\/p>\n<p>Estamos perante uma situa\u00e7\u00e3o em que \u00e9 poss\u00edvel difundir informa\u00e7\u00f5es falsas que, supostamente, s\u00e3o tidas como tendo origem em fontes confi\u00e1veis: \u00e9 poss\u00edvel criar novas mensagens em nome de outra pessoa em vez de mostrar como respons\u00e1vel o verdadeiro remetente, modificar o conte\u00fado de mensagens privadas, e ainda, enviar a algu\u00e9m uma mensagem p\u00fablica como se esta fosse privada.<\/p>\n<p>Mais grave \u00e9 constatar que estas falhas de seguran\u00e7a j\u00e1 tinham sido identificadas em 2018 e comunicadas ao <em>Facebook<\/em>. At\u00e9 \u00e0 data, s\u00f3 uma foi corrigida.<\/p>\n<p>Sendo assim, \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel que algu\u00e9m pense que est\u00e1 a trocar mensagens com um amigo mas, na realidade, est\u00e1 a receber mensagens de um \u00a0cibercriminoso. Entre os especialistas h\u00e1 quem acredite que estas falhas possam ser mais um ve\u00edculo utilizado para difundir as <em>fake news <\/em>t\u00e3o vulgarizadas nos dias de hoje. Ser\u00e1?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elisabete Maciel , Vis\u00e3o online Como \u00e9 poss\u00edvel que a plataforma de comunica\u00e7\u00f5es mais utilizada a n\u00edvel mundial, Whatsapp, fa\u00e7a orelhas moucas ao aviso da exist\u00eancia de vulnerabilidades que permitem modificar as nossas conversas? 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