{"id":41636,"date":"2018-08-25T10:38:34","date_gmt":"2018-08-25T10:38:34","guid":{"rendered":"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=41636"},"modified":"2018-08-25T10:38:34","modified_gmt":"2018-08-25T10:38:34","slug":"noticias-mais-relevantes-sobre-a-fraude-publicadas-na-imprensa-durante-a-semana-187-2-2-2-2-3-2-3-2-2-2-2-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=41636","title":{"rendered":"Not\u00edcias mais relevantes sobre a fraude publicadas na imprensa durante a semana"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<table class=\"rssdog\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\"><b><a class=\"rssdog\" href=\"http:\/\/www.mynetpress.com\/pdf\/2018\/agosto\/201808234a13f9.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Caso furac\u00e3o chegou ao fim 14 anos depois<\/a><\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\">\nO acordo principal come\u00e7ou a ser discretamente delineado na manh\u00e3 de 14 de [unho de 2017, o dia do interrogat\u00f3rio de Ant\u00f3nio Amaral Medeiros, administrador desde ,1998 da Servitrust, Trust and Management Services, uma sociedade an\u00f3nima com um capital social de cerca de 100 mil euros, fundada em 1996 e detida a 100% pelo Millennium bcp. Com que objectivo?<\/p>\n<p>Cativar clientes endinheirados para o private banking e tamb\u00e9m vender offshores e esquemas de fuga ao fisco a pelo menos 30 empresas clientes do banco.<\/p>\n<p>Naquele dia do ano passado, as duas procuradoras do Minist\u00e9rio P\u00fablico (MP), Ana Catal\u00e3o e Rita Sim\u00f5es, j\u00e1 sabiam ao que iam e quiseram perceber logo se o arguido e o banco (depois de encerrada em 2008, a consultora voltou a abrir, mas manteve-se sem actividade ou funcion\u00e1rios) estavam dispon\u00edveis para acertarem o pagamento de um montante que encerrasse o processo e os livrasse de responderem em tribunal pelo crime de fraude fiscal qualificada.<\/p>\n<p>\"A ideia \u00e9 fazermos isto antes de se chegar \u00e0 acusa\u00e7\u00e3o?\", questionou Ant\u00f3nio Medeiros durante o interrogat\u00f3rio de 40 minutos gravado em v\u00eddeo na sala 2 do Departamento Central de Investiga\u00e7\u00e3o e Ac\u00e7\u00e3o Penal (DCIAP), em Lisboa. Acompanhado pelo advogado Germano Marques da Silva, o administrador da Servitrust obteve de imediato a concord\u00e2ncia das magistradas, que ainda assim insistiram na quest\u00e3o: \"O sr. estaria aberto a essa ideia?\"<\/p>\n<p>Percebeu-se que estava, mas o advogado interrompeu-o dizendo que era necess\u00e1rio que o MP apresentasse \"n\u00fameros palp\u00e1veis\", porque tinham de \"convencer as pessoas\" a aceitarem o acordo. Segundo especificou Germano Marques da Silva, o que estava em causa era a administra\u00e7\u00e3o do BCP, que n\u00e3o era a mesma da altura em que os crimes tinham sido cometidos no in\u00edcio da d\u00e9cada de 2000.<\/p>\n<p>O administrador da Servitrust aproveitou a deixa e referiu que n\u00e3o era ele que \"passava os cheques\", mas o acerto de vontades com o MP pareceu logo ali ser muito f\u00e1cil de concretizar. At\u00e9 porque as procuradoras esclareceram que n\u00e3o iriam regatear: nenhum outro arguido iria ser constitu\u00eddo no grupo BCP (dois dos administradores da Servitrust j\u00e1 tinham entretanto morrido) e o objectivo principal era apenas cobrar \"uma injun\u00e7\u00e3o adequada\" que n\u00e3o incluiria sequer, como tinham pensado inicialmente, os juros sobre casos de fuga ao fisco detectados em 2006\/7.<\/p>\n<p>De seguida, o MP anunciou que a \"nota de valores\" iria ser formalizada por escrito nas semanas seguintes e Ant\u00f3nio Medeiros pareceu respirar de al\u00edvio. Depois de reconhecer que na administra\u00e7\u00e3o do banco \"as pessoas estavam muito expectantes\", o respons\u00e1vel ainda desabafou: \"Esta \u00e9 uma hist\u00f3ria infeliz porque n\u00e3o se fez atempadamente o que se devia fazer para acabar com isto.\" O administrador referia-se \u00e0s cartas que remeteu em 2003\/4 \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do banco para que fosse \"descontinuado\" o esquema que vendia aos clientes um circuito internacional de offshores- fantasma para, por exemplo, sobrefacturarem vendas fict\u00edcias e assim aumentarem os custos das empresas portuguesas e diminu\u00edrem os pagamentos de impostos em territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>No total, segundo as contas do MP e s\u00f3 nos casos contabilizados pelos investigadores entre 2001-05, o esquema da Servitrust\/BCP provocou um preju\u00edzo ao Estado avaliado em cerca de 45 milh\u00f5es de euros.<\/p>\n<p>Tudo acertado perante o juiz<\/p>\n<p>Poucas semanas depois do interrogat\u00f3rio do administrador, a 7 de Julho do ano passado, o MP cumpriu o prometido e mandou a conta ao advogado da Servitrust\/BCP: \u00801.192.479,23. Os c\u00e1lculos foram feitos assim: como no processo (individualizado do caso Furac\u00e3o em 2007) ainda havia sete empresas arguidas que recusavam pagar um total de cerca de 11,9 milh\u00f5es de euros de impostos e juros em atraso (os outros arguidos j\u00e1 tinham chegado a acordo ao longo dos anos), o MP decidiu aplicar ao promotor da fraude uma injun\u00e7\u00e3o de 10% do valor em d\u00edvida.<\/p>\n<p>Dez dias depois, a Servitrust aceitou pagar e o caso foi encerrado ainda antes do despacho de acusa\u00e7\u00e3o daquele que \u00e9 o oitavo e \u00faltimo grande processo aut\u00f3nomo do caso Furac\u00e3o. Uma megainvestiga\u00e7\u00e3o iniciada em 2004 pelo inspector tribut\u00e1rio Paulo Silva e o procurador Ros\u00e1rio Teixeira que s\u00f3 acabou por sentar no banco dos r\u00e9us aqueles que n\u00e3o acordaram com o MP pagamentos mais ou menos avultados.<\/p>\n<p>Quer os arguidos fossem simples aderentes ou os pr\u00f3prios promotores dos esquemas de fraude fiscal. Neste \u00faltimo caso estiveram em causa v\u00e1rias consultoras e bancos como o BCP, o BES, o BPN e o Finibanco, constitu\u00eddos arguidos e alvos de busca na primeira grande opera\u00e7\u00e3o de 2005 do caso Furac\u00e3o.<\/p>\n<p>Treze anos depois, \u00e9 poss\u00edvel perceber que tal como sucedeu com a quase totalidade dos grandes processos nascidos do Furac\u00e3o (s\u00f3 o inqu\u00e9rito da consultora Finatlantic chegou a julgamento), tamb\u00e9m o caso Servitrust\/BCP nunca ser\u00e1 julgado num tribunal.<\/p>\n<p>Segundo a consulta feita no m\u00eas passado pela S\u00c1BADO aos 27 volumes principais do processo depositados no Tribunal Central de Instru\u00e7\u00e3o Criminal (TCIC), s\u00f3 quatro empresas (num total de 11 arguidos entre entidades colectivas e administradores) foram acusadas pelo MP, em Novembro do ano passado. O valor que restava das d\u00edvidas fiscais era de 7 milh\u00f5es de euros. Assim, caso se mantivessem os termos do \"neg\u00f3cio\" feito poucos meses antes entre o MP e a Servitrust, os 10% do valor das d\u00edvidas dos aderentes ao esquema faria a conta do BCP descer de 1,2 milh\u00f5es para 700 mil euros.<\/p>\n<p>Especula\u00e7\u00f5es \u00e0 parte, o que fica para a hist\u00f3ria deste processo \u00e9 que at\u00e9 as quatro \u00faltimas empresas acusadas acabaram por concordar j\u00e1 este ano, durante a instru\u00e7\u00e3o do inqu\u00e9rito no TCIC (a fase que decide se um processo segue ou n\u00e3o para julgamento), em pagar aquilo que o MP lhes exigia. Mas aqui as negocia\u00e7\u00f5es n\u00e3o foram f\u00e1ceis. Os avan\u00e7os e os recuos arrastaram-se entre 13 de Mar\u00e7o e 6 de Julho passados, mas o juiz de instru\u00e7\u00e3o Ivo Rosa acabou por ratificar o acordo (e o calend\u00e1rio dos pagamentos das d\u00edvidas) entre o MP e as empresas Rui Costa e Sousa &amp; Irm\u00e3o; Atena T; SAPJU, Sociedade Agro Pecu\u00e1ria; e Madeira &amp; Madeira, Importa\u00e7\u00e3o de Ferragens e Ferramentas. Curiosamente, foi tudo tratado perante o juiz que, em 2005, tinha autorizado as primeiras buscas aos bancos e \u00e0s consultoras suspeitas, incluindo a Servitrust e o BCP. E que j\u00e1 tinha tamb\u00e9m ratificado em 2016 o acordo entre o MP e a Esger, uma consultora ligada ao BES. Uma situa\u00e7\u00e3o id\u00eantica a outros processos Furac\u00e3o que foram tramitados pelo juiz Carlos Alexandre.<\/p>\n<p>Os milh\u00f5es da Delta<\/p>\n<p>\"Um colega meu ainda se lembra de uma conversa que tive com ele e em que lhe disse: qualquer dia, param um cami\u00e3o TIR \u00e0 porta do banco e levam tudo\", desabafou no interrogat\u00f3rio de 2017 o administrador da Servitrust, Ant\u00f3nio Medeiros. Premonit\u00f3rio, foi isso mesmo que aconteceu no BCP a 19 de Outubro de 2005, quando o juiz Ivo Rosa apresentou nove mandados de busca e apreens\u00e3o para todos os pisos do n\u00ba 108 da Av. da Liberdade, em Lisboa. Nesse dia, pelo menos outros oito mandados judiciais do mesmo juiz foram apresentados pela PJ e magistrados judiciais e do MP nas instala\u00e7\u00f5es do banco no Porto, em Lisboa e na Madeira - respectivamente, no Private Banking International, no BCP Cayman e na Sucursal Financeira Exterior do BCP.<\/p>\n<p>E tamb\u00e9m na Servitrust, que no Funchal ficava nas mesmas instala\u00e7\u00f5es do banco. Tal como sucedia em Lisboa.<\/p>\n<p>Nestas buscas iniciais, o objectivo era apanhar tudo o que estivesse relacionado com o esquema de fuga ao fisco, nomeadamente a identidade dos clientes angariados, os circuitos de offshores usados e quem eram os intermedi\u00e1rios no estrangeiro. Um destes \u00faltimos era a sociedade Fiduciary Group, com sede em Gibraltar e escrit\u00f3rios no Reino Unido, precisamente a entidade respons\u00e1vel por criar em 1997 duas outras sociedades, a Portrade e a Intrade, que emitiam facturas de servi\u00e7os \u00e0s empresas portuguesas angariadas pela Servitrust dando assim credibilidade a transac\u00e7\u00f5es internacionais que na realidade n\u00e3o existiam.<\/p>\n<p>Conforme consta na acusa\u00e7\u00e3o de 2017 do processo 66\/07.2TELSB, o MP nunca teve d\u00favidas de que a \"actividade comercial da Servitrust estava alicer\u00e7ada na rede banc\u00e1ria do grupo BCP, nomeadamente nas diversas unidades que compunham o neg\u00f3cio do private banking, e era em estreita coopera\u00e7\u00e3o com estas redes do banco que a Servitrust desenvolvia a sua actividade.\" Os fortes ind\u00edcios de que tudo se passou assim ficaram registados nas milhares de p\u00e1ginas do processo-crime, a come\u00e7ar pela in\u00famera documenta\u00e7\u00e3o apreendida nas buscas de 2005.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o MP obteve ao longo dos anos um vasto n\u00famero de testemunhos de administradores de empresas que aderiram ao esquema e pelo qual disseram que chegaram a pagar \u00e0 Servitrust uma anuidade de cerca 15 mil euros e entre 0,25% e 0,50% sobre o total das facturas fict\u00edcias emitidas. Mas revelaram mais. Por exemplo, Eunice Carvalho, uma das donas da empresa Eureka, Com\u00e9rcio de Mat\u00e9rias Pl\u00e1sticas, lembrou que os primeiros contactos para contratar o esquema foram feitos sempre com funcion\u00e1rios do BCP e que um deles chegou a ir \u00e0 sede da empresa para lhe oferecer os servi\u00e7os que lhe foram apresentados como legais.<\/p>\n<p>Noutros casos, clientes do esquema argumentaram que tudo lhes foi oferecido no private banking do BCP e que a solu\u00e7\u00e3o lhes foi sempre classificada como \"de planeamento fiscal agressivo\".<\/p>\n<p>As visitas a alguns dos bons clientes do BCP, como ter\u00e1 sucedido com a fam\u00edlia Nabeiro e a Novadelta, foram feitas pelo pr\u00f3prio Ant\u00f3nio Medeiros (o respons\u00e1vel da Servitrust disse ao MP que foi a \u00fanica empresa que visitou) e pelo ent\u00e3o administrador do banco com o pelouro da Servitrust, Ant\u00f3nio Castro Henriques.<\/p>\n<p>Os documentos que a S\u00c1BADO consultou no TCIC revelam que as sedes do grupo Novadelta e tamb\u00e9m a construtora Mota-Engil foram duas das grandes empresas portuguesas apanhadas no processo e alvo de buscas do MP, respectivamente, a 6 e 7 de Dezembro de 2006. A opera\u00e7\u00e3o estendeu-se \u00e0s casas de Ant\u00f3nio da Mota, em Amarante, e da fam\u00edlia Nabeiro, em Campo Maior. Em 2014, e depois de v\u00e1rios avan\u00e7os e recuos quanto ao montante dos impostos a pagar, o procurador Ros\u00e1rio Teixeira comunicou \u00e0 construtora que tinha de pagar \u00806.111.406,45 e o acordo concretizou-se entre o MP, Ant\u00f3nio Mota, a irm\u00e3 Maria Manuela e a pr\u00f3pria Mota-Engil. O pagamento foi feito em duas presta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>J\u00e1 a Novadelta, que usou facturas fict\u00edcias para justificar quase 57 milh\u00f5es de euros, teve de pagar cerca de 6,2 milh\u00f5es de euros para n\u00e3o ser acusada de fraude fiscal. O acordo com o MP foi aceite em Mar\u00e7o de 2016 pelo advogado que representava a empresa, Francisco Proen\u00e7a de Carvalho.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<table class=\"rssdog\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\"><b><a class=\"rssdog\" href=\"http:\/\/www.mynetpress.com\/pdf\/2018\/agosto\/201808234a1410.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Se vir uma casa incr\u00edvel a pre\u00e7os de saldo...<\/a><\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\">\n<p>A oportunidade parecia boa demais para ser verdade - e era mesmo. O an\u00fancio daquele T2 (nas fotos), totalmente recuperado, a tr\u00eas minutos a p\u00e9 do Largo do Rato, com uma decora\u00e7\u00e3o minimalista e 155 m\u00b2 de \u00e1rea, tinha sido colocado no portal Casa Sapo com um pre\u00e7o de 760 euros\/m\u00eas - que inclu\u00edam despesas de \u00e1gua, luz, Internet de banda-larga, bem como dois lugares de garagem e acesso ao jardim do condom\u00ednio. Que mais se podia pedir em pleno boom imobili\u00e1rio, quando um T2 de 85 m\u00b2 e na mesma freguesia custa 2.300 euros mensais?<\/p>\n<p>A reac\u00e7\u00e3o imediata de quem procura casa \u00e9 enviar um email a mostrar-se interessado. Mas no caso deste an\u00fancio removido h\u00e1 poucos dias, n\u00e3o foi preciso muito tempo para se perceber que algo estava errado. Um dia depois de ter sido posto online, a 13 de Agosto, os interessados receberam um alerta do Casa Sapo. \"Sugerimos-lhe que, mesmo que obtenha uma resposta por parte do anunciante a solicitar a transfer\u00eancia de qualquer quantia, n\u00e3o o fa\u00e7a. O an\u00fancio j\u00e1 foi removido.\"<\/p>\n<p>Tratava-se de uma burla.<\/p>\n<p>Ainda assim, no dia seguinte, o eventual inquilino recebeu um email de algu\u00e9m que se identificava como propriet\u00e1rio do im\u00f3vel.<\/p>\n<p>Apresentou-se como \"Francesca\" uma propriet\u00e1ria de 56 anos que vive no estrangeiro e n\u00e3o corre atr\u00e1s das varia\u00e7\u00f5es especulativas.<\/p>\n<p>Move-se em contraciclo, j\u00e1 que as rendas para habita\u00e7\u00e3o continuam a subir. No primeiro trimestre de 2018 a m\u00e9dia nacional aumentou 13% face ao per\u00edodo hom\u00f3logo do ano anterior (Lisboa e Porto fixaram-se nos 20%). Foi o crescimento mais acentuado dos \u00faltimos oito anos, segundo a consultora Confidencial Imobili\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em contrapartida, a presum\u00edvel burlona exige um adiantamento de 1.520 euros (correspondentes \u00e0 primeira renda e cau\u00e7\u00e3o). S\u00f3 ap\u00f3s a transfer\u00eancia banc\u00e1ria \u00e9 agendada a visita e a entrega da chave...<\/p>\n<p>Quando? Nunca. Outra amea\u00e7a latente \u00e9 o phishing, em que o potencial vigarista \"pesca\" dados da v\u00edtlde 26 anos, que entretanto voltou \u00e0 cidade de origem.<\/p>\n<p>Quanto ao aluguer barato por per\u00edodo m\u00ednimo de tr\u00eas meses, a hist\u00f3ria revelava-se pouco plaus\u00edvel mas com factos reais que a credibilizam. Introduz o nome de uma imobili\u00e1ria e sugere fazer todo o neg\u00f3cio atrav\u00e9s do Airbnb, por uma quest\u00e3o de \"confian\u00e7a\". \"Entrei em contacto com a Century21, mas anunciaram o apartamento para alugar por 1.200 euros. Achei que era muito e decidi public\u00e1-lo a um pre\u00e7o mais baixo. (...) Ap\u00f3s o registo do seu pedido, o Airbnb entrar\u00e1 em contacto via email com a factura de pagamento. Depois de concluir a transac\u00e7\u00e3o, o agente Airbnb ligar\u00e1 para si e agendar\u00e1 a visita.\" Um procedimento totalmente desaconselh\u00e1vel pelo portal com mais de 260 milh\u00f5es de visitas, alerta \u00e0 S\u00c1BADO fonte oficial da empresa:<\/p>\n<p>\"A coisa mais importante a reter \u00e9 que os clientes permane\u00e7am na plataforma Airbnb.com e transfiram o dinheiro apenas atrav\u00e9s dela.\"<\/p>\n<p>No entanto, o an\u00fancio do apartamento esteve mesmo colocado no Airbnb - e foi entretanto retirado.<\/p>\n<p>De facto, a casa existe naquela morada. Foi anunciada pela Century 21 pelo triplo do pre\u00e7o (2.300 euros\/m\u00eas) e j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel.<\/p>\n<p>\"O nosso an\u00fancio foi retirado em Janeiro deste ano\", esclarece \u00e0 S\u00c1BADO o administrador Ricardo Sousa. Nunca a imobili\u00e1ria e um im\u00f3vel do portf\u00f3lio tinham sido pirateados (pelo menos que os pr\u00f3prios tivessem conhecimento). O nome Francesca n\u00e3o consta da base de dados, ainda que o propriet\u00e1rio real seja estrangeiro. Mas h\u00e1 coincid\u00eancias entre os dois an\u00fancios: as imagens do quarto de casal, do beliche, da garagem e do WC s\u00e3o iguais; outras n\u00e3o batem certo: \"Do exterior [jardim] n\u00e3o encontro nada, nem do doset, nem da sala com parede vermelha porque a real \u00e9 toda branca. O certificado energ\u00e9tico era C e n\u00e3o B.\"<\/p>\n<p>A tentativa de golpe foi lan\u00e7ada em Mar\u00e7o nos classificados online do Grupo OLX. \"Foi exportado do Imovirtual para o OLX (os nossos pacotes t\u00eam essa funcionalidade) e publicado a 14\/3\/18 \u00e0s 17h49. Foi rapidamente detectado e eliminado no mesmo dia \u00e0s 18h56 em ambos os sltes\", explica \u00e0 S\u00c1BADO o administrador geral, Giancarlo Bonsel. Embora n\u00e3o houvesse den\u00fancias dos utilizadores, disparava o vermelho para a equipa de controlo dos direct\u00f3rios. \"Contamos com mecanismos de revis\u00e3o de an\u00fancios atrav\u00e9s de algoritmos que est\u00e3o constantemente a ser melhorados\", prossegue.<\/p>\n<p>Aleitas online e golpes id\u00eanticos<\/p>\n<p>V\u00e1rios an\u00fancios do g\u00e9nero t\u00eam sido retirados de outros portais, como o Idealista. \"Os neg\u00f3cios da China n\u00e3o existem, e se um neg\u00f3cio parece ser bom demais para ser verdade o mais prov\u00e1vel \u00e9 que n\u00e3o seja\", argumenta \u00e0 S\u00c1BADO C\u00e9sar Oteiza, director-geral do Idealista. As novas burlas envolvem apartamentos bem decorados, em zonas bastante atractivas (como os centros das grandes cidades) e a pre\u00e7os competitivos, enumera o respons\u00e1vel que deixa mais um aviso:<\/p>\n<p>\"Quem est\u00e1 por tr\u00e1s destas tentativas de fraude n\u00e3o s\u00e3o grupos de jovens com um computador, mas sim aut\u00eanticas m\u00e1fias internacionais que disp\u00f5em de tecnologia cada vez mais avan\u00e7ada.\"<\/p>\n<p>Joana, 32 anos, farmac\u00eautica em Leiria, j\u00e1 n\u00e3o p\u00f4de recuar depois das sucessivas conversas pelo Whatsapp e emails trocados com um tal de Marc Tobias, da Alemanha. Perdeu 1.373 euros com o engodo (novamente de um T2) que a fez sonhar durante 10 dias com a nova vida em Lisboa. \"Detesto redes sociais, n\u00e3o vejo televis\u00e3o. Se calhar por isso \u00e9 que ca\u00ed\", admite a visada \u00e0 S\u00c1BADO. Ter\u00e1 sido mais uma quest\u00e3o de horas; por azar descobriu o an\u00fancio no escasso tempo em que esteve vis\u00edvel no Imovirtual. \"Foi publicado a 11 de Mar\u00e7o \u00e0s OhO8 e removido na manh\u00e3 seguinte \u00e0s 10h37, pela equipa de revis\u00e3o de an\u00fancios. Recebemos uma den\u00fancia por mensagem de um utilizador \u00e0s 3h (dessa madrugada) que viu o mesmo an\u00fancio noutros portais e reportou-nos que se tratava de uma fraude, o que permitiu acelerar a nossa resposta e apagar o an\u00fancio em quest\u00e3o\", explica a empresa \u00e0 S\u00c1BADO, tamb\u00e9m questionada pela v\u00edtima atrav\u00e9s do Portal da Queixa.<\/p>\n<p>As letras a bold da casa na Amadora (\"Apartamento com 2 quartos!!\") surgiam-lhe no ecr\u00e3 do telem\u00f3vel como a terra prometida. N\u00e3o sendo numa zona premium, o apartamento da Rua de Macau mostrava-se apelativo pelas fotos de uma sala requintada com uma chaise longue e tape\u00e7arias nas paredes, em tons de dourado ba\u00e7o. O pre\u00e7o era igualmente de sonho: 450 euros mensais, dos quais pagaria metade porque partilharia casa com a prima.<\/p>\n<p>Joana apressou-se a enviar uma mensagem, pedindo mais informa\u00e7\u00f5es. \"Por email, mandaram-me um contacto telef\u00f3nico com o qual estabeleci comunica\u00e7\u00e3o escrita desde 12 de Mar\u00e7o at\u00e9 dia 22 de Mar\u00e7o, dia em que descobri a burla.\" Acabara de sair da entrevista de emprego perto da Amadora, quando decidiu passar pela nova morada - que entretanto havia sinalizado atrav\u00e9s de uma transfer\u00eancia de 1.373 euros para uma conta de It\u00e1lia, a 13 de Mar\u00e7o. N\u00e3o tardou a cruzar-se com uma moradora do pr\u00e9dio que desmontou a cilada. Ali n\u00e3o havia andares para alugar. \"A\u00ed agarrei no telefone.\" Tentou pedir explica\u00e7\u00f5es a Marc Tobias, que nunca mais ficou contact\u00e1vel.<\/p>\n<p>A farmac\u00eautica alega ainda que caiu mais facilmente na cilada pelo facto de terem forjado o logotipo do Airbnb, al\u00e9m de taxas e facturas fict\u00edcias. \"Eles nunca estiveram na plataforma. Em investiga\u00e7\u00e3o interna denoto que os emails enviados s\u00e3o phishing e j\u00e1 contactei o Airbnb no sentido de os informar do ataque inform\u00e1tico.\" Apresentou queixa na pol\u00edcia, denunciou o caso ao Banco de Portugal, ao banco italiano onde estava domiciliada a conta do burl\u00e3o e \u00e0 CMVM.<\/p>\n<p>Ainda tem uma remota esperan\u00e7a de reaver o dinheiro at\u00e9 as autoridades encerrarem o caso, como aconteceu a Cristina Rosa que em Fevereiro passado relatou \u00e0 TSF como tudo aconteceu: pagou cau\u00e7\u00e3o e dois rendas para uma casa- -fantasma em Alc\u00e2ntara e foi salva pela Interpol. Mas ao contr\u00e1rio de Cristina, |oana desistiu de procurar casa em Lisboa, at\u00e9 porque a nova proposta de emprego n\u00e3o correspondeu \u00e0s condi\u00e7\u00f5es expect\u00e1veis para mudar de cidade. At\u00e9 \u00e0 hora de fecho desta edi\u00e7\u00e3o, a S\u00c1BADO tentou insistentemente ter uma posi\u00e7\u00e3o da Direc\u00e7\u00e3o Nacional da Pol\u00edcia Judici\u00e1ria sobre o assunto, mas n\u00e3o obteve resposta.<\/p>\n<p>O an\u00fancio original<\/p>\n<p>Faltava \u00e0 v\u00edtima saber de onde tinham vindo as imagens do andar- -modelo na Amadora, que tanto a cativaram em Mar\u00e7o. Numa r\u00e1pida pesquisa no Google \u00e9 poss\u00edvel descobrir a vers\u00e3o original da sala em tons dourados. \"Os utilizadores devem gravar a foto do apartamento para o computador, depois fazer o upload dela no motor de pesquisa do Google. D\u00e1-lhes os resultados onde a foto est\u00e1 dispon\u00edvel\", explica \u00e0 S\u00c1BADO o fundador do Portal da Queixa, Pedro Louren\u00e7o. E assim se chega, em segundos, \u00e0 fonte de inspira\u00e7\u00e3o do an\u00fancio fraudulento: o site de arrendamento de curta dura\u00e7\u00e3o homeclub.com. \"As fotos eram essas mesmo!\", confirma a visada, por email esta ter\u00e7a-feira (21) de manh\u00e3. O apartamento de luxo a 110 euros por noite tem 79 m\u00b2, dois quartos e fica \u00e0s portas da \u00f3pera de Madrid, a cerca de 630 quil\u00f3metros dos sub\u00farbios de Lisboa.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--more--><\/p>\n<table class=\"rssdog\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\"><b><a class=\"rssdog\" href=\"https:\/\/jornaleconomico.sapo.pt\/noticias\/uefa-testou-blockchain-para-combate-a-fraude-na-venda-de-bilhetes-346615\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">UEFA testou blockchain para combate \u00e0 fraude na venda de bilhetes<\/a><\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\">\n<p>O portugu\u00eas David Silva desenvolveu a tecnologia blockchain escolhida pela UEFA para testar a venda de bilhetes eletr\u00f3nicos para o jogo da Superta\u00e7a Europeia. \"A venda eletr\u00f3nica de bilhetes \u00e9 vista como a grande arma para combater estes esquemas\", garante.<\/p>\n<p>A Superta\u00e7a Europeia, realizada no passado dia 15 de agosto, est\u00e1 rodeada de efem\u00e9rides. Foi o primeiro jogo oficial do Real Madrid sem que Cristiano Ronaldo fizesse parte do plantel merengue. Foi ainda a primeira final europeia perdida pelos \u0091Blancos\u0092 em 18 anos. E foi tamb\u00e9m a primeira vez que a Uni\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es Europeias de Futebol (UEFA) disponibilizou a venda de bilhetes eletr\u00f3nicos atrav\u00e9s da sua app, utilizando a tecnologia Blockchain desenvolvida pelo portugu\u00eas David Silva, senior broker &amp; affiliate da sucursal da XTB, a quarta maior corretora mundial.<\/p>\n<p>A parceria entre o organismo m\u00e1ximo pelo futebol europeu e David Silva j\u00e1 vem desde maio, quando a UEFA decidiu testar esta tecnologia na venda de 50% dos bilhetes para o jogo da final da Liga Europa, que op\u00f4s o Atl\u00e9tico de Madrid e o Marselha. E, \"ap\u00f3s algumas corre\u00e7\u00f5es (\u0085) a 15 de agosto de 2018, na final da Superta\u00e7a europeia de clubes, todos os lugares do est\u00e1dio [puderam] ser adquiridos pela aplica\u00e7\u00e3o da UEFA\", conta o corretor ao Jornal Econ\u00f3mico. A UEFA ter\u00e1 ficado satisfeita e \"ir\u00e1 continuar a desenvolver a aplica\u00e7\u00e3o para ser utilizada de forma definitiva em todos os eventos da UEFA\", explica.<\/p>\n<p>Venda de bilhetes eletr\u00f3nicos \u00e9 arma para combater fraude<\/p>\n<p>David Silva revela que os testes \u00e0 venda de bilhetes eletr\u00f3nicos alicer\u00e7ada na tecnologia blockchain \"surge numa altura em que a [UEFA] pretende combater alguns esquemas de fraude associados \u00e0 venda de bilhetes, como a revenda ou a falsifica\u00e7\u00e3o de bilhetes\", o costuma que ocorre durante as grandes competi\u00e7\u00f5es europeias, como a final da Champions League, da Liga Europa ou de competi\u00e7\u00f5es de sele\u00e7\u00f5es. Devido \u00e0s suas caracter\u00edsticas, a blockchain re\u00fane vantagens que permitem responder de forma adequada a estes desafios. David Silva come\u00e7a por explicar que, no fundo, se trata de uma base de dados que regista as opera\u00e7\u00f5es que v\u00e3o ocorrendo dentro de uma \u0091rede de blocos\u0092. Por outras palavras, \"quando se adiciona uma nova informa\u00e7\u00e3o \u00e0 base de dados, \u00e9 gerado um novo bloco que contempla todas as informa\u00e7\u00f5es anteriores, [assim como] a nova informa\u00e7\u00e3o, sendo um processo que est\u00e1 vis\u00edvel a todos os utilizadores e que requer a sua aprova\u00e7\u00e3o consensual\". Com efeito, a blockchain traz maior seguran\u00e7a a todas as opera\u00e7\u00f5es que s\u00e3o feitas nos \u0091blocos em rede\u0092. N\u00e3o s\u00f3 traz maior seguran\u00e7a a todos os utilizadores envolvidos, uma vez que n\u00e3o permite alterar nem violar opera\u00e7\u00f5es passadas, como lhes d\u00e1 mais privacidade, na medida em que a tecnologia n\u00e3o necessita de um intermedi\u00e1rio - como um banco - para executar uma transa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, explica David Silva, \"do ponto de vista das organiza\u00e7\u00f5es e criminalidade, as vantagens da utiliza\u00e7\u00e3o desta tecnologia [prendem-se com o combate ao] esquema de fraude e de falsifica\u00e7\u00e3o na venda de bilhetes, por com este sistema n\u00e3o \u00e9 permitida a revenda de bilhetes a pre\u00e7os astron\u00f3micos nem [a sua] falsifica\u00e7\u00e3o\". Por essas raz\u00f5es, admite o broker portugu\u00eas, \"a venda eletr\u00f3nica de bilhetes \u00e9 vista como a grande arma para combater estes esquemas [de fraude] e, devido \u00e0s suas caracter\u00edsticas espec\u00edficas, principalmente em termos de seguran\u00e7a e garantias, a UEFA considerou ser a melhor op\u00e7\u00e3o para dar in\u00edcio\" a estes testes.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--more--><!--more--><\/p>\n<table class=\"rssdog\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\"><b><a class=\"rssdog\" href=\"http:\/\/www.mynetpress.com\/pdf\/2018\/agosto\/201808104a1242.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Minist\u00e9rio P\u00fablico abriu 10 investiga\u00e7\u00f5es por corrup\u00e7\u00e3o<\/a><\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\">\n<p>Segundo informa\u00e7\u00e3o recolhida junto do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, foram abertas dez investiga\u00e7\u00f5es por crimes de corrup\u00e7\u00e3o nos A\u00e7ores<\/p>\n<p>Durante os \u00faltimos dois anos, o Minist\u00e9rio P\u00fablico de Ponta Delgada abriu dez investiga\u00e7\u00f5es por crimes de corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 avan\u00e7ada pelas estat\u00edsticas oficiais do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, elaboradas pela Dire\u00e7\u00e3o Geral da Pol\u00edtica da Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>O documento refere que em 2016 foram iniciadas quatro investiga\u00e7\u00f5es por suspeitas de crimes de corrup\u00e7\u00e3o, enquanto em 2017 foram abertas mais seis investiga\u00e7\u00f5es sobre o mesmo tipo de crimes.<\/p>\n<p>Os processos em investiga\u00e7\u00e3o est\u00e3o centralizados no Departamento de Investiga\u00e7\u00e3o e A\u00e7\u00e3o Penal (DIAP) de Ponta Delgada, que conta com uma procuradora adjunta que se dedica, em exclusividade, \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o dos processos de criminalidade econ\u00f3mica.<\/p>\n<p>Os objetivos estrat\u00e9gicos definidos pela Procuradoria Geral da Rep\u00fablica pretendem privilegiar o combate \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o e \u00e0 criminalidade econ\u00f3mico-financeira em 2018.<\/p>\n<p>A aposta do Minist\u00e9rio P\u00fablico passa por realizar um trabalho de especializa\u00e7\u00e3o na investiga\u00e7\u00e3o de crimes complexos, como por exemplo a investiga\u00e7\u00e3o a crimes de corrup\u00e7\u00e3o, abuso de poder, peculato, branqueamento de capitais, participa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica em neg\u00f3cio, tr\u00e1fico de influ\u00eancia, administra\u00e7\u00e3o danosa e recebimento indevido de vantagem.<\/p>\n<p>O resultado desta pol\u00edtica de prioridade no combate \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o come\u00e7a a surgir nos A\u00e7ores. O processo mais medi\u00e1tico \u00e9 a opera\u00e7\u00e3o \"Asd\u00e9pio\", que investiga crimes de corrup\u00e7\u00e3o no Servi\u00e7o Regional de Sa\u00fade, o qual ainda est\u00e1 em fase de inqu\u00e9rito e dever\u00e1 ser conclu\u00eddo em 2019.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table class=\"rssdog\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\"><b><a class=\"rssdog\" href=\"http:\/\/www.mynetpress.com\/pdf\/2018\/agosto\/201808224a114d.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Empresas t\u00eam at\u00e9 abril para identificar verdadeiros donos<\/a><\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\">\n<p>As sociedades registadas na Zona Franca da Madeira v\u00e3o ser obrigadas a comunicar \u00e0 Justi\u00e7a, ao longo do primeiro semestre de 2019, quem s\u00e3o os seus verdadeiros donos. A medida integra o quadro legislativo de combate ao branqueamento de capitais aprovado no Parlamento.<\/p>\n<p>De acordo com o calend\u00e1rio definido numa portaria publicada ontem em Di\u00e1rio da Rep\u00fablica, o processo de comunica\u00e7\u00e3o, junto do Instituto de Registos e Notariado, tem in\u00edcio em janeiro de 2019 e prev\u00ea duas fases. Para as entidades que est\u00e3o sujeitas a registo comercial, como empresas e cooperativas, o prazo termina em abril de 2019, enquanto as funda\u00e7\u00f5es ou associa\u00e7\u00f5es t\u00eam mais um m\u00eas.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table class=\"rssdog\" style=\"height: 55px\" width=\"14\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"rssdog\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; O Caso furac\u00e3o chegou ao fim 14 anos depois O acordo principal come\u00e7ou a ser discretamente delineado na manh\u00e3 de 14 de [unho de 2017, o dia do interrogat\u00f3rio de Ant\u00f3nio Amaral Medeiros, administrador desde ,1998 da Servitrust, Trust and Management Services, uma sociedade an\u00f3nima com um capital social de cerca de 100 mil&hellip; <a href=\"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=41636\">Ler mais&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":845,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[107],"tags":[],"class_list":["post-41636","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-divulgadas-nl"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/41636","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/845"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=41636"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/41636\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41637,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/41636\/revisions\/41637"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=41636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=41636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=41636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}