{"id":25059,"date":"2016-03-11T00:09:08","date_gmt":"2016-03-11T00:09:08","guid":{"rendered":"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=25059"},"modified":"2016-03-11T13:54:21","modified_gmt":"2016-03-11T13:54:21","slug":"auditoria-percecoes-e-realidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=25059","title":{"rendered":"Auditoria: Perce\u00e7\u00f5es e Realidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #d8070f;\"><strong>Filipe Pontes, Jornal i Online<br \/>\n<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><a href=\"http:\/\/www.ionline.pt\/artigo\/500033\/auditoria-percecoes-e-realidade?seccao=Opiniao_i\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-19 alignleft\" title=\"Liga\u00e7\u00e3o \u00e0 Publica\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2009\/01\/go2.png\" alt=\"\" width=\"16\" height=\"16\" \/>\u00a0<\/a><a href=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Ji006.pdf\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-2032\" title=\"Ficheiro PDF\" src=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/pdf_button.png\" alt=\"\" width=\"14\" height=\"14\" \/><\/a><\/p>\n<div>\n<p>A Auditoria em sentido lato tem um significado verdadeiramente abrangente, podendo ser classificada como: externa ou interna, duas realidades completamente destintas e distantes. Existem auditorias Financeiras, de Qualidade, de Certifica\u00e7\u00e3o, entre muitas outras.<br \/>\n<!--more--><\/p>\n<p>O ambiente de controlo no seu desenho perfeito apontava para que a conjuga\u00e7\u00e3o de todas estas \u00e1reas de controlo conflu\u00edsse numa esp\u00e9cie de equil\u00edbrio total do qual resultasse um verdadeiro e perfeito ambiente de controlo. Isto \u00e9, uns a controlar por dentro, outros a controlar por fora e um forte modelo de sancionamento no seu conjunto iriam, segundo esta vis\u00e3o, proporcionar um ambiente suficientemente robusto de controlo. Infelizmente este mundo n\u00e3o existe!<\/p>\n<p>Parte-se um conjunto de premissas: 1) A cobertura do per\u00edmetro de Auditoria ser total, 2) A independ\u00eancia face \u00e0s administra\u00e7\u00f5es estar garantida, e 3) A aplica\u00e7\u00e3o do Sancionamento dissuasor de pr\u00e1ticas continuadas com forte penalidades pecuni\u00e1rias e de reputa\u00e7\u00e3o. Ora como \u00e9 sabido n\u00e3o pode ser dado adquirido que estas 3 premissas seja uma verdade absoluta ainda mais porque sobre todas elas assentas a exist\u00eancia de ambiente \u00e9tico id\u00edlico e distante.<\/p>\n<p>A perce\u00e7\u00e3o que provavelmente muitos t\u00eam \u00e9 que Hard Controls resolveriam todos os problemas da sociedade: \u201cum pol\u00edcia por cada Portugu\u00eas\u201d, no entanto, esta vis\u00e3o \u00e9 hoje abandonada segunda as melhores pr\u00e1ticas. Apesar disto a imagem do Pol\u00edcia associada ao auditor n\u00e3o desapareceu totalmente e hoje num ambiente econ\u00f3mico especialmente desafiante \u00e9 prov\u00e1vel que seja novamente confundida numa vis\u00e3o mais oportunista.<\/p>\n<p>Etimologicamente a palavra auditoria tem origem do Latim Audire (ouvir), caracter\u00edstica primeira e fundamental no desempenho desta fun\u00e7\u00e3o. As novas exig\u00eancias da fun\u00e7\u00e3o t\u00eam permitido nos \u00faltimos anos um alargamento de origens curriculares dos auditores cujas fontes acad\u00e9micas v\u00e3o hoje muito para al\u00e9m das Finan\u00e7as, da Contabilidade e da Gest\u00e3o.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 pois de concluir que ser\u00e3o hoje cada vez mais preponderantes a implementa\u00e7\u00e3o de soft controls nos processos, nas empresas e nos sectores que a par de uma envolvente \u00e9tica com padr\u00f5es mais exigentes far\u00e3o certamente coexistir um melhor ambiente de controlo. Existem pois novas ferramentas necess\u00e1rias \u00e0 fun\u00e7\u00e3o e para o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o basta ser controlar \u00e9 preciso sensibilizar, prevenir e dar o exemplo.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos tempos a mediatiza\u00e7\u00e3o de algos casos, em especial no sector financeiro, tem apontado algumas responsabilidades para as empresas de auditoria externa e tamb\u00e9m para as fragilidades dos modelos de governos da auditoria interna. Existia institu\u00edda uma ideia de controlo \u201cinvis\u00edvel\u201d e quando se verificaram que existiam fragilidades desabou o muro de confian\u00e7a.<\/p>\n<p>Caber\u00e1 pois a todos n\u00f3s com o refor\u00e7o dos valores morais, a intransig\u00eancia \u00e9tica e a den\u00fancia e condena\u00e7\u00e3o do il\u00edcito refor\u00e7ar o ambiente controlo ajudando a fun\u00e7\u00e3o e consequentemente a sociedade.<\/p>\n<p>Dif\u00edcil sim, mas fica o desafio!<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filipe Pontes, Jornal i Online \u00a0 A Auditoria em sentido lato tem um significado verdadeiramente abrangente, podendo ser classificada como: externa ou interna, duas realidades completamente destintas e distantes. 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