{"id":1044,"date":"2011-11-30T00:00:00","date_gmt":"2011-11-30T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=1044"},"modified":"2015-12-04T19:19:08","modified_gmt":"2015-12-04T19:19:08","slug":"insolvencias-resignacao-ou-proatividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/obegef.pt\/wordpress\/?p=1044","title":{"rendered":"Insolv\u00eancias: Resigna\u00e7\u00e3o ou Proatividade?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #d8070f;\"><strong>Nuno Moreira, <span style=\"color: #d8070f;\"><strong>Vis\u00e3o on line<\/strong><\/span><\/strong><\/span>,<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><a style=\"font-size: 0.75rem; line-height: 1.25rem;\" href=\"http:\/\/aeiou.visao.pt\/insolvencias-resignacao-ou-proatividade=f636161\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-19 alignleft\" title=\"Liga\u00e7\u00e3o \u00e0 Publica\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2009\/01\/go2.png\" alt=\"\" width=\"16\" height=\"16\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><a href=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2011\/12\/VisaoE150.pdf\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2032 alignleft\" title=\"Ficheiro PDF\" src=\"http:\/\/obegef.pt\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/pdf_button.png\" alt=\"\" width=\"14\" height=\"14\" \/><\/a><\/p>\n<p>Entre janeiro e setembro deste ano, em m\u00e9dia, cerca de 500 a\u00e7\u00f5es \/m\u00eas deram entrada nos tribunais relacionados com processos de insolv\u00eancia.<br \/>\nO ritmo \u00e9 preocupante e j\u00e1 representa mais de 35% de acr\u00e9scimo relativamente a per\u00edodo hom\u00f3logo, no ano anterior. E, at\u00e9 \u00e0 presente data, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil adivinhar que os n\u00fameros est\u00e3o a agravar ainda mais.<!--more--><br \/>\nSendo a conjuntura bem conhecida, nomeadamente, um clima de grande incerteza e uma forte instabilidade econ\u00f3mica e social, estaremos condenados a esta inevitabilidade nas nossas empresas? N\u00e3o, n\u00e3o nos podemos resignar\u2026.<br \/>\nNa gest\u00e3o empresarial, a gest\u00e3o efetiva e rigorosa dos diversos riscos com que uma organiza\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser confrontada \u00e9 central para assegurar a sua continuidade e sustentabilidade. Quanto maiores as dificuldades, a incerteza e a instabilidade, maior a necessidade de uma gest\u00e3o do risco eficaz.<br \/>\nNas organiza\u00e7\u00f5es, os diversos \u201catores\u201d empresariais t\u00eam que dar imperativamente um contributo acrescido, olhando o \u201crisco\u201d como algo que tem necessariamente de ser gerido.<br \/>\nOs Auditores Internos t\u00eam aqui um papel extremamente relevante na gest\u00e3o dos diversos riscos empresariais, desde logo, atendendo ao paradigma para o qual evoluiu mais recentemente esta profiss\u00e3o.<br \/>\nNo passado dia 17 de novembro, assisti a mais uma confer\u00eancia anual do Instituto Portugu\u00eas de Auditoria Interna, chapter em Portugal do The Institute of Internal Auditors, tendo sido o tema deste evento dedicado, precisamente, aos desafios da Auditoria Interna num mundo em \u201cturbul\u00eancia\u201d. Foi mais uma excelente iniciativa, este ano, privilegiando uma vertente de sensibiliza\u00e7\u00e3o desta profiss\u00e3o para os desafios que est\u00e3o a\u00ed e que s\u00e3o, para estar na moda, \u201ccolossais\u201d.<br \/>\nComo referiu logo no in\u00edcio a Presidente deste Instituto \u201cacentuaram-se os riscos de espiral descendente\u201d\u2026..\u201d Toda esta envolvente, resulta num escrut\u00ednio mais atento das atua\u00e7\u00f5es no seio das empresas e organiza\u00e7\u00f5es, exigindo uma cada vez maior aten\u00e7\u00e3o por parte dos organismos de supervis\u00e3o e naturalmente tamb\u00e9m de um refor\u00e7o do papel desempenhado pela pr\u00f3pria Auditoria Interna.\u201d<br \/>\nAs maiores consultoras internacionais presentes neste evento (Big Four), tamb\u00e9m destacaram a gest\u00e3o de risco empresarial (Enterprise Risk Management) como uma prioridade.<br \/>\nE quanto mais relevante e premente for a gest\u00e3o de risco nas organiza\u00e7\u00f5es, mais preponderante dever\u00e1 ser a atua\u00e7\u00e3o dos Auditores Internos.<br \/>\nMas n\u00e3o pensemos que a gest\u00e3o de risco \u00e9 um privil\u00e9gio de empresas ou organiza\u00e7\u00f5es que tenham um departamento de auditoria interna ou de gest\u00e3o de risco; ou que, apenas empresas com este tipo de estrutura interna, o conseguir\u00e3o concretizar.<br \/>\nConsciente da nossa realidade de PME\u00b4s, em que grande parte destas empresas n\u00e3o tem uma fun\u00e7\u00e3o de auditoria interna autonomizada, algu\u00e9m, tem de assumir esta responsabilidade e sempre, preferencialmente, ao mais alto n\u00edvel.<br \/>\nPor exemplo, se a empresa tem dimens\u00e3o para ter um Diretor Financeiro, este pode auxiliar a gest\u00e3o de topo na implementa\u00e7\u00e3o de sistemas de controlo e gest\u00e3o de risco. Ou, se uma determinada empresa j\u00e1 integra na sua estrutura um Diretor Financeiro e um Diretor de Controlo de Gest\u00e3o, j\u00e1 ter\u00e1 mais facilidade em dedicar um deles (Controlo de Gest\u00e3o) apenas \u00e0 monitoriza\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica do processo de gest\u00e3o de risco. Ali\u00e1s \u00e9 esta a tend\u00eancia das diversas fun\u00e7\u00f5es empresariais, terem sempre os seus alicerces \/base na gest\u00e3o de risco.<br \/>\nOu seja, a gest\u00e3o de topo das nossas empresas ter\u00e3o sempre de encontrar internamente quem os poder\u00e1 ajudar na gest\u00e3o e mitiga\u00e7\u00e3o dos diferentes riscos a que possam estar expostos. Se conclu\u00edrem que n\u00e3o possuem essas compet\u00eancias nem o conseguem concretizar internamente, ent\u00e3o avancem para forma\u00e7\u00e3o e\/ou consultoria (externa) sendo que, esta \u00faltima, poder\u00e1 ser transit\u00f3ria at\u00e9 que consigam uma transfer\u00eancia adequada do conhecimento necess\u00e1rio.<br \/>\nE, desde que com bom senso, os encargos suportados na \u00e1rea da gest\u00e3o de risco ter\u00e3o sempre retorno, nunca dever\u00e3o ser entendidos como mais uma despesa!<br \/>\nQuanto mais n\u00e3o seja, fugir com sucesso \u00e0s estat\u00edsticas referidas logo no in\u00edcio deste artigo e assegurar a sustentabilidade das nossas empresas, \u00e9 certamente um bom exemplo de retorno.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nuno Moreira, Vis\u00e3o on line, Entre janeiro e setembro deste ano, em m\u00e9dia, cerca de 500 a\u00e7\u00f5es \/m\u00eas deram entrada nos tribunais relacionados com processos de insolv\u00eancia. 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